sopalapalavras
- Bê Sant'Anna
- Mar 1, 2010
- 1 min read
Mais um dia de trabalho, mais um dia de expectativa, mais um dia. Meus amigos me malham. Acham ridículo o fato de eu ter um blog, de estudar um instrumento musical, de estudar a língua, de ir atrás da fonte, do silêncio, do pai da palavra. Pai? A mãe da palavra gestou o significante e se fez no ouvido referência do codificador da mensagem. Putz, que frase chata. Isso só pode ser reflexo de sábado até de madrugada, de domingo até de madrugada. De segunda com reunião marcada para as 6 horas da manhã, acredite se quiser. Qual a medida disso, daquilo, do que posso, do que devo? Coloco o Caminho no colo e levo-o enquanto der. Tem hora que ele gosta. Ele sabe que há dever, há de haver, há mistura, há impulso, há sisura. Há erros e há acertos. Há certos. Há. E vale à pena, sabe? Sente? (prometo que o próximo texto vai ser super pé no chão, preto no branco, obviedade, tá?)



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