Em Breve
Quase quase pronto, meu livro 2 me chacoalha.
Escrito, revisado, zelado, carinhado, se apresenta pro que veio.
Veio por você. Tem você no agradecimento. Tem quem me faz ouvir, quem me faz falar, quem me faz pensar, quem me faz calar. Tem um pouco da minha filha, um pouco do meu amor, um pouco do medo, um pouco da dor, tem um pouco muito de muito pouco.
Mas de uma verdade que me interessa. Aprendamos com Robert Frost na estrada amarela de outono.
Eu, folha seca, me desprendo da árvore a empreender a espera.
Sou fera. Besta mesmo.
E através do conceito difundido na mente, somente, quem precisa.
Quem vai comprar meu livro? Quem vai ler? Quem vai escutar o que ali pulsa, a independer dos humores alheios? Quem vai dizer obrigado? Quem vai pedir perdão? Quem vai pensar que o amor merece amor, merece amor, merece amor? Há risadas no mundo deliciosas. Deliciosas como você nunca viu ainda, pode crer. Sonho, acordo, faço café, acordo. Escrevo. O verbo crer é conjugado no meio da escrita. O pretérito perfeito veio antes de abrir o meu
.
Olho por vários minutos, as mesmas fotos da minha filha. O dia começa sem tudo que quero. Tudo dentro, tudo centro, tudo equilibro e equilivro, a poesia está no meu dia-a-dia. Basta olhar. Você já procurou a sua?
Vou ali correr, depois trabalhar e no intervalo entre uma respiração e outra, ouso sonhar.
Bom dia.




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